Apartamentos de 2 dormitórios com 76m² e 77m² privativos.

01 - Perspectiva artística da fachada diurna
02 - Perspectiva artística da fachada noturna
03 - Perspectiva artística da academia
04 - Perspectiva artística da churrasqueira
05 - Perspectiva artística do espelho de água
06 - Perspectiva artística do gourmet
07 - Perspectiva artística do hall
08 - Perspectiva artística do salão de jogos
09 - Perspectiva artística da piscina externa
10 - Perspectiva artística da piscina interna
11 - Perspectiva artística da sala de squash
01 - Perspectiva da planta duplex
02 - Perspectiva da planta tipo
03 - Perspectiva da planta 2° subsolo
04 - Perspectiva da planta 3° subsolo
05 - Perspectiva da planta térreo
06 - Perspectiva da planta 1° subsolo
07 - Perspectiva da planta 2° subsolo
08 - Perspectiva da planta 2° subsolo
Realização:
Kallas Incorporações e Construções S.A.
Projeto de arquitetura:
Collaço e Monteiro / Arquitetos Associados
Projeto paisagístico:
Kallas + Mandergan / Arquitetura Paisagística.
Arquitetura de Interiores:
Triptyque Architecture
Área do terreno:
2.744 m2
Número de torres:
1 unidade
Número de pavimentos:
26 unidades
Unidades por andar:
4
Total de unidades:
104
Vagas por unidade:
2 para o tipo e 3 para a cobertura
Depósitos por unidade:
1 para o tipo e 1 para a cobertura
O bairro foi construído no terreno de uma propriedade rural, era a Chácara Tangará, pertencente à Baby Pignatari. A área foi comprada em 1986 pela Lubeca S/A Empreendimentos, atual Panamby Empreendimentos Imobiliários. A empresa visava a construção de um hotel e edifícios comerciais no local. Houve diversos conflitos entre os empresários da Lubeca e ambientalistas, por se tratar de uma zona de proteção ambiental e um dos únicos locais paulistanos onde havia mata atlântica remanescente. Ambientalistas e entidades de preservação propunham a construção do Parque Tangará, porém houve uma concessão à construtora por parte da prefeitura na gestão Jânio Quadros.
Na administração de Luiza Erundina, final dos anos 1980, iniciou-se o arruamento do futuro bairro. Em 1989 houve um inquérito devido denúncias de que integrantes da então prefeitura de São Paulo, membros ligados ao PT, haviam recebido propina para a legalização do projeto. Por falta de provas as investigações do "caso Lubeca" foram arquivadas pouco tempo depois. No entanto 29% dos territórios da antiga chácara seriam doados à prefeitura para a construção de um parque, o Parque Burle Marx edificado em 1995. Em 1996 houve a inauguração da primeira etapa do megaempreendimento Panamby, que na língua guarani significa borboleta ou mariposa. Resultado de um consórcio das empresas construtoras: Adolpho Lindenberg, Company, Construarc, Romeu Chap Chap e R. Yazbek, tornou-se um dos maiores sucessos imobiliários, além de ser um dos bairros mais abastados da capital paulista.
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O Grupo Elite Brasil Inteligência Imobiliária S.A. é uma empresa com capital 100% nacional e possui mais de 1000 funcionários e colaboradores.
A empresa desenvolve, em parceira com diversas conceituadas empresas construtoras e incorporadoras, produtos imobiliários para atender a necessidade de moradia e alternativas de investimento financeiro a toda população, comercializando imóveis residenciais, apartamentos e casas de 1, 2, 3, 4 ou mais dormitórios, lofts, coberturas, flats, terrenos, loteamentos além de imóveis comerciais em todo o território nacional, atualmente com foco nas capitais de São Paulo e do Rio de Janeiro.